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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Contos: Arrombando por um bêbado na rua

Olá pessoal, é um imenso prazer poder dividir uma das minhas mais perigosas aventuras com vocês, leitores do blog. Sou um fanático por contos eróticos, sempre estou lendo em diversos sites, além de ser um viciado em sexo.
Vou me apresentar, tenho 21 anos; moreno; 1,65m; 61,5 kg; versátil, consegui um corpo bacana quando praticava esportes regularmente. Sou gay, mas não sou assumido nem afeminado, disfarço muito bem, até fico com algumas garotas para ajudar nesse disfarce. Isso me ajuda manter a aparência de hétero, mas dificulta para que eu possa viver novas experiências, enfim. Esse conto ficou extenso, mas vale a pena o ler até o fim, não deixei escapar nenhum detalhe, sei que vocês leitores assim como eu gostam de contos ricos em detalhes.
Me mudei para Uberlândia-MG em abril desse ano para começar um curso superior, fui morar num pensionato. Primeira semana de aula se passou, foram aquelas novidades: gente bacana, novos amigos, nova rotina, adaptação com a cidade. No domingo dia 20 de abril, por volta das 22:25 horas recebi a ligação de um amigo da minha cidade que também é gay e já sabia sobre mim, queria saber como eu estava e me contar sobre sua última transa. Decidi ir para a rua para ficar mais a vontade, já que havia mais pessoas no quarto. Fui para frente da pensão e começamos a conversar, nosso papo demorou, nem percebi que o tempo voou, quando dei conta já se passavam das 23:20, mesmo assim continuamos nossa conversa, foi quando avistei na esquina um rapaz de bermuda jeans, sem camisa, branco, loiro, tem por volta de 1,70m, 67 kg,  corpo sarado e com algumas tatuagens, estava carregando duas latinhas de cerveja e estava visivelmente embriagado. Ao passar por mim pude apreciar ainda mais a sua beleza e seus olhos que são verdes claros. Olhei para ele com olhar de tesão, com muita fome de sexo, mas nem percebeu. Andou uns 4 metros, parando em frente à casa vizinha, me olhou e para minha total surpresa e espanto perguntou se eu queria chupar, fiquei sem reação tomado pelo susto, apenas fiz um sinal de sim com a cabeça, ele aproximou-se, desliguei o celular sem me despedir do meu colega e entramos num beco que divide as duas casas. Ajoelhei e comecei a passar a mão por cima da bermuda para sentir o volume. Abri o zíper e comecei a dar leves mordidas em seu pau ainda por cima da calça, ele urrava de tanto tesão. Estava me esbaldando com aquele pau. Confesso que não esperava que seu pau fosse ter 100% de ereção devido a sua embriaguez, mas me surpreendi com tanta rigidez, seu caralho parecia uma barra de ferro.
Quando tirei seu mastro para fora pude ter uma noção do tamanho e grossura, ao qual me surpreendi, perguntei ele qual era o tamanho. Ele com a maior cara de safado e com um sorriso malicioso respondeu que tinha 20 cm, mas pelos meus conhecimentos vi que era mais que isso, acho que uns 21,5 cm, mas isso não era um problema, pelo contrário adoro dotados. Comecei um delicioso boquete, engolia aquele caralho com uma gana que nunca senti, mamava feito um bezerro faminto. O cara gemia de tanto prazer e dizia: _Isso, vai chupa esse caralho, engole todinho, é todo seu. Putz cara, como você chupa gostoso (modéstia a parte sou um especialista em sexo oral). Engolia com prazer, fazia sucessivas gargantas profunda, batia com ele no rosto, lambia as bolas (chegando a colocar as duas de uma vez na boca), passava a língua como se estivesse tomando um sorvete, dava leves mordidas e cuspia nele, deixando-o bem molhado.
Enquanto isso ele só elogiava meu boquete, estávamos correndo risco de sermos vistos, já que embora estivesse bem tarde a avenida é muito movimentada, a todo instante carros passavam, além disso, alguém do pensionato ou mesmo outras pessoas passando pela avenida poderia nos ver, mas nem estávamos nos importando, a sensação de perigo só aumentava o meu prazer. Nossa que pau delicioso. Chupei ele por mais de 15 minutos, ele disse então que queria me comer, perguntei se ele tinha camisinha, ele disse que não, mas que tinha na casa dele que era ali perto, me chamando para ir, eu topei na hora, mesmo tremendo de tanto medo. Fomos então, no caminho ele me mandou levar umas das latinhas de cerveja, pude sentir o cheiro da cerveja em seu corpo, ele foi cambaleando pelo caminho. A casa em que ele morava com alguns amigos, ficava 4 ruas acima de onde eu estava morando. Ele entrou e pediu para eu esperar no portão, passado um minuto ele volta com mais de 10 camisinhas, perguntei para que tantas, ele disse que ia meter até se satisfazer totalmente.
Fiquei com medo que algum dos seus amigos o tivesse visto com aquela quantidade de preservativo e pergunta-se para quem era ou mesmo o acompanha-se, mas ele me tranquilizou dizendo que todos estavam dormindo bêbados, a rua de sua casa era pouco movimentada, embora ela seja a ligação entre duas importantes avenidas, me levou para embaixo de umas arvores em um canto escuro em frente a sua casa. Estava muito nervoso, poderíamos ser flagrados por algum morador, vigia da rua ou na pior hipótese pela polícia que sempre fazia a ronda aquele horário, pelo jeito a sua embriaguez o fez perder todo o pudor.
Ele terminou de beber a última latinha de cerveja, tirou o pau pra fora e segurou minha cabeça levando de volta até seu membro que se encontrava duro, chupei insaciavelmente. Sempre em alerta, olhando para os dois lados da rua para ver se vinha alguém. Nesse instante observei que tinha uma senhora na sacada de um prédio, ao que me pareceu estava fazendo faxina, mesmo assim parei, mas ele imediatamente em um tom de ordem mandou que eu continuasse o boquete que a senhora não podia nos ver, pois estávamos no escuro, o que não era verdade, ignorando todos os riscos voltei ao trabalho, que só foi interrompido quando vimos um carro vindo em nossa direção. Por sorte esse veículo virou e entrou num prédio da rua. Ai vimos que no prédio da frente havia outra pessoa que poderia nos ver, mas já nem ligava queria mesmo era aproveitar aquele gostoso.
Meti a boca no caralho, sempre levando a garganta, pirava com os urros de gemidos do cara, dava alguns tapas no meu rosto e me chamava de vadia, vagabunda. Ele tentou colocar a camisinha, mas não conseguiu, então tomei frente. Envelopei seu caralho e dei mais uma chupada para lubrificar. Levantei e posicionei na árvore, ele veio abaixou meu short deu uma cuspida no pau e no meu cu, foi enfiando um, dois até três dedos, como se estivesse preparando o meu buraco para aguentar aquele mastro grande e grosso. Deu um tapa na bunda e me chamou de cachorra, foi tentando enfiar, mas seu estado não permitia. Segurei e coloquei na portinha do meu cu que já implorava para receber aquele pau. Ele num impulso enfiou tudo de uma só vez, puta dor que senti, deu uma vontade enorme de gritar, mas me contive. Ele ficou parado por um minuto para que acostuma-se com toda aquela potência dentro de mim. Só depois disso começou um delicioso vai e vem bem devagar, aos poucos foi intensificando os movimentos, a dor e prazer se misturavam provocando uma sensação gostosa.
O tesão estava a mil, suas estocadas eram fortes e profundas. Paramos nosso momento de êxtase quando dois rapazes saíram de sua casa, ele disse que eram seus amigos. Ficamos em silêncio e imóveis, eles passaram por nós e não nos viram, sinceramente não sei como, acho que estavam bêbados ou sobre o efeito, pois passaram a cerca de 7 metros. Assim que viraram a esquina ele voltou a bombar dessa mais forte, meus gemidos eram intenso. Em alguns momentos ele tirava o pau todo para fora e enfiava novamente de uma só vez. Tirou a camisinha e me colocou novamente para chupar, fiquei uns 7 minutos nisso. Ele forçava minha cabeça para que eu pudesse engolir todinho.
Coloquei outra camisinha e ele voltou a meter, como um macho viril, ativo dominador. Empinei todinho para que ele pudesse meter mais e eu sentisse mais profundo aquele pau delicioso. Acelerou ainda mais os movimentos, senti suas vibrações e suas pernas tremerem. Logo senti a camisinha dentro de mim se encher com seu leite, ele me puxou para a parede, deixando o pau duro e gozado dentro. Depois tirei e ele viu a grande quantidade de porra que tinha na camisinha. Tirou o preservativo e mandou que eu o deixasse bem limpinho, o fiz como ordenado chupei seu pau todinho, engolindo toda a porra que estava nele. Ele mandou que abrisse bem a boca, logo que abri ele pegou a camisinha e derramou a porra que estava nela em minha boca, engoli todo aquele delicioso leite, ele me chamou de bezerrinho faminto, logo havia gozado também. Eu ainda voltei a chupar, sentindo seu pau amolecer em minha boca, chupei por um tempo mesmo mole. Nos vestimos, ele perguntou se eu havia gostado com a maior cara de safado, eu respondi que havia adorado, ele respondeu que bom, pois vou querer sentir essa boca novamente no meu pau. Peguei seu número de celular, foi ai que vi que faltava apenas 7 minutos para meia-noite. Despedimos e fui embora para casa, cheguei com medo que alguém do pensionato estivesse acordado e me pergunta-se onde eu estava, por sorte todos estavam dormindo. Tomei um banho e fui dormir com o rabo assado pela surra de pica que havia tomado.
Espero que vocês tenham gostado do conto, em breve mandarei outras aventuras e se rolar o reencontro com o bêbado. Se você é de Uberlândia e está afim de uma aventura ou mesmo uma boa conversa entre em contato pelo e-mail men.udia21@gmail.com darei preferências a casados e fardados (PMs, exército, bombeiros, vigias, guardas). Não importo com idade. Garanto descrição e sigilo total, além de prazer. Até a próxima.


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